palitagem de hoje.

Em Santos, tentando descansar um pouco, pensando em escrever. Sei, já tô fazendo errado. Deveria estar escrevendo. Mas descansar vale como escrever. Ou não?

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Um parágrafo legal num post okay :)

“Of course, the point is writing is hard. To write is to struggle with your sanity, at times. And there will be bad days and you will feel defeated. This work is more difficult than climbing a mountain because you are doing it in the dark. I want to urge you to keep going. You matter and your words matter. By writing, you are saying to God I agree with you, you gave me a voice and the gift was not in vain. By writing, you are showing up on the stage of life rather than sitting in the comfortable theater seats (there is a time for both) and are casting your voice out toward an audience who is looking for a character to identify with, somebody to guide them through their own loneliness, no matter how transparent or hidden that loneliness is.”

Retirado daqui.

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Nota mental e a habilidade de saber de quem ouvir críticas

Dia desses tive uma conversa inusitada com alguém que admiro muito profissionalmente. E foi sensacional. Inspiradora, animadora, coisa bonita, mesmo. E lembrei de um aprendizado que tive lá atraszão, lá no meu primeiro emprego oficial, em que um dentista bastante incompetente criativamente me cobrava de minuto a minuto que eu fosse mais criativa.

É óbvio que eu me achava muito incompetente.

É ótimo que, tempos depois, pessoas que eu considero geniais me descobriram, me contrataram e gostaram de mim.

Ainda sou assim otimista acreditando que o mundo é feito de pessoas talentosas – o caso é só que alguns talentos não combinam com você. E você nunca – EU DISSE NUNCA – anote o que estou falando – NUNCA – deve deixar alguém cujo talento você não admira colocar seu talento para baixo.

Tá bom? Agora pode seguir com seu dia, porque esse post foi uma nota mental pra mim mesma.

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bad ideas day

Desentupidor de cérebro

Sabe por que você pode estar numa fase meio ruim das ideias? Vai ver é porque seu cérebro está entupido. Olha que palestra legal essa, com dicas de como esvaziar seu cérebro. Basicamente, o segredo é tirar a preocupação da cabeça e transformá-la em parte de uma lista de afazeres com data pra ser concluída. Ponto pra quem já fazia isso antes de ver a palestra (eu)! rá!

Assista aqui e enjoy!

um “it gets better” para criadores

-E se você fosse um sonho que eu sonhasse e eu fosse um sonho que você sonhasse, o que aconteceria com o que acordasse primeiro?

Chegou a hora. Entrei na parte 4 do meu livro. É agora que a história começa a mostrar qual será a grande luta do protagonista. E é agora que eu preciso ficar muito fria. Qualquer azinho fora da vírgula pode deixar tudo muito exagerado e aborrecido. Mais ou menos como comentei aqui, quando falei das minhas decisões sobre a personalidade do vilão. É como pisar em ovos explosivos.

Aí que quase travei no primeiro diálogo desse delicado trecho. Eu tinha na cabeça o tipo de querela que queria que acontecesse pra situar o leitor nas profundezas dessa parte da história, mas achei que não seria capaz de transportar a SENSAÇÃO do que eu pensava para um diálogo. Um diálogo que tinha que ser ao mesmo tempo profundo, ao mesmo tempo engraçado e ao mesmo tempo aflitivo (escrever diálogo é tão difícil, demorei pra pegar o jeito).

A boa notícia é que ontem à noite concluí esse trecho, estou engraçadoprofundoaflitivamente orgulhosa e não paro de relê-lo. Pena que não posso colocar aqui, por motivos de nem morta.

Agora, profundo, engraçado e aflitivo mesmo é escrever. Meu Word diz que estou na página 113, minha cabeça diz que estou só no começo e minha ansiedade nem consegue dizer nada porque não para de gritar palavras sem sentido.

good writing is hard work!

Não gosto muito do Snoopy. Aliás, gosto NADA do Snoopy. Mas isso é legal:

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(via)

Não sei se o mais difícil é escrever bem ou sentar e se concentrar pra escrever bem.

E estou lendo um livretinho muito do inspirador. Quando terminar, conto pra vocês.

o pior bloqueio criativo da história

então, imagina que meu cérebro é uma laranja.

espremi tudo. sobrou o bagaço e as sementes.

tentei viajar, tentei ler mais, tentei ir ao teatro. mas as sementes não adiantaram nada.

sobrou o bagaço.

e agora? dicas são tão bem-vindas, que as recebo com festa, champagne e café da manhã.

quem são os homens da caverna?

dinheiro, rotina, gente chata, gente chata, gente chata, gente chata, mau-humor, prazo estourado, cliente, doença do fígado, desamor, idade, contrariedade?

vamos torcer pra que não seja você. ou, pior, eu!

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