Inventar seu próprio sentido da vida não é fácil. Mas ainda é permitido!

Mais um post da série Francine-está-postando-por-postar-já-que-nem-traduz-o-texto-da-imagem. É isso mesmo.

Mas amo vocês!

Nota: essa ilustração não é do Bill Watterson, autor da minha tirinha favorita de todos os tempos (Calvin e Haroldo), mas o texto é. Quem fez a arte foi o moço do Zen Pencils, um cara que pega citações de pessoas famosas e transforma em quadrinhos. Super recomendado!

Bill Watterson Calvin and Hobbes

Só é trabalho se você o tratar como tal

Gosto de passar no blog do Seth Godin, vez por outra. Ele tem bastante discurso que se repete, mas para ler de vez em quando vale. Das coisas recentes que vi lá foi essa:

“Se surfar fosse seu trabalho…

Existe o risco do câncer de pele. De quedas. Areia nas meias. Pessoas brigando pelo seu canto da onda. A pressão de melhorar sempre. Os outros caras da praia que não curtem seu estilo. O tédio de fazer a mesma coisa amanhã, quando o tempo estará horrível. E todo dia, de hoje em diante, sem parar.

E onde você iria nas férias?

Seu tédio é o prazer de outra pessoa. Só é um trabalho se você tratá-lo como tal. O privilégio de fazer nosso trabalho, de estar no controle de nossas promessas e das coisas que construímos, isso vale a pena ser cuidado com carinho.”

Original aqui.

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Produtividade é uma coisa fofa

   

Não que eu seja incompetente, não é isso. É que confesso que tem sexta-feira chuvosa que eu trocaria uma promoção na carreira por uma promoção na Maria Filó, assim, fácil. Quando bate aqueeeeela coisa, aqueeeela indisposição, aqueeeela vontade de passar o resto da tarde vendo Sessão da Tarde e comendo brigadeiro. Sabe como é? Comi minha marmita, já apelei pro café do escritório e o relógio continua parado. E não dá pra achar que ele tá quebrado, porque o relógio do computador nunca quebra, eu acho.

Aí a Cris me manda uma URL cheia de bichinhos fofos. E dessa eu vou pra outra. E outra. E mais outra. E começo a ficar até mais acordada de fofura. “Não é possível”, eu penso, isso tem que ter alguma utilidade pra humanidade, esses filhotes de gatos enfofando a internet. Aí joguei no Google essa questão e encontrei essa pesquisa, que saiu em mil links, incluindo na Galileu, via Life Inc:

“Uma pesquisa feita na Universidade de Hiroshima, provou que um tempo de exposição à fofura aumenta sua produtividade – pelo menos em tarefas mais complexas, que exigem mais cuidado. Os cientistas, que fizeram as pessoas jogarem um game de estratégia após verem fotos fofas, acreditam que isso acontece porque os filhotes sugerem vulnerabilidade e ficaríamos mais cuidadosos, mesmo que de forma inconsciente, após olhar para eles. A conclusão é que qualquer um que trabalhe usando muito sua concentração e cuidado – como em contabilidade ou edição – pode se beneficiar ao ter uma foto de um filhotinho dormindo sobre sua mesa.”

Via LifeInc 

Aí resolvi aproveitar minha tarde improdutiva e dividir com vocês algumas fotos para ajudar em seu dia de trabalho. É só passar o mouse e ver quanto cada uma equivale em grau de produtividade, numa medida completamente inventada por mim. BOM TRABALHO!

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Salve a falta de modéstia

Falo muito do meu processo criativo por aqui, mas pouco falo do resultado final. Em parte porque não é o objetivo desse blog, em parte porque tenho verdadeiro pavor de uma atitude muito comum nesse meio, que é glorificar o projeto pronto dizendo o quanto deu trabalho e o quanto ficou bom AI EQUIPE LINDA OBRIGADA QUE ORGULHINHO VALEU O SUOR E AS NOITES EM CLARO!!! (quando na verdade quem fala esse tipo de coisa, salvo exceções, geralmente é quem mais dormiu e menos suou). Mas dessa vez, ao ver o REEL da agência em que trabalho há quase 5 anos (exceto por 6 meses em que saí um pouco pra desintoxicar) devo dizer que fiquei meio assim. Meio feliz por estar por trás de muitas das boas ideias e textos desse compilado de trabalhos bacanas. Assim, sem falsa modéstia, mesmo. Tenho maior orgulho de estar aqui escrevendo, reescrevendo, aprendendo, mudando opiniões e mudando de opiniões diariamente.

Salve salve

Marmita magra, cafezinho salgado e a fome eterna da hora do trabalho

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Almocei às 13h e já tenho fome. Minha linda marmita de 2 bifes magros com 1 batata cozida, preparada às 5 e meia da manhã, definitivamente não devia gerar fome tão rápido! Hoje à noite tenho aula e não queria gastar com um lanchinho assim, sem nenhum motivo especial. Pensa rápido. O que fazer? Pensando bem, pensa devagar. Que aí o tempo passa mais rápido e logo chegam quatro horas, que é a hora que eu me permito pausar meu trabalho e tomar um café aqui no escritório. Socializar, acordar e tal. Um café que aqui no escritório é de graça! Ieba! O que, pensando bem, quer dizer que eu ganho uns 360 reais adicionais em café no meu salário no final do mês, considerando-se a média de 4 reais por xícara de café, que é a média aqui no Itaim. Será que se eu parar de tomar o café do escritório tenho direito de pedir minha parte em dinheiro? A SE PENSAR.

Isso me lembrou que tenho meu estoque de emergência no frigobar aqui do escritório: duas laranjas, um iogurte grego e alguns capuccinos prontos, daqueles novos da 3 corações (mais um gasto à toa, levando-se em consideração os 360 reais em café mensais que eu já tenho e são meus por direito… preciso realmente ver isso, qual era mesmo o ramal do RH?).

Ok. Vamos ver. Iogurte grego mata mais fome que laranja, né? Nossa, por que EU TRAGO LARANJAS PARA O ESCRITÓRIO

 

Um beijo e um cafezinho,

Alice Desespero*

Artistinha, graças a Deus.

Há mais ou menos 5 anos, eu estava prestes a me formar. Era uma daquelas fases de vida balançante que jogam a gente de um lado pra outro, e naquele instante eu estava sendo jogada para fora de um emprego bacana. E, de repente, toda a crise que tive para encontrar meu primeiro emprego de verdade voltou à minha mente. Porque esse tipo de crise é um tipo que não morre, não. Fica lá, latente. Ela só muda de formato, e vai somando problemas a cada nova fase da vida (ah, que saudades de quando eu não pagava meu aluguel!). Provavelmente, vai acontecer de novo.

E lá fui eu, batendo de porta em porta, encarando todo tipo de clichê de diretores de criação, eu e minha engraçada pasta na mão. Cheguei ao ponto de ser entrevistada por um deles que, em pleno milênio, curtia fazer a pose de Don Draper. A entrevista aconteceu enquanto ele bebia vinho e me dizia que a relação da agência dele com o cliente era tão legal que eles até se encontravam para tomar droga juntos. Achei tão moderno.

Outra entrevista marcou minha vida. Foi outro diretor de criação que curtia uma pose. Ele pegou meu portfólio, bem simples ainda na época, e me devolveu imediatamente.

– Não vejo projetos pessoais. – ele disse. – é coisa de artistinha, e artistinhas nunca viram bons publicitários.

Ouvi aquilo, me levantei e, pouco antes de sumir para o mundo, pensei, não falei: “palhaço.”

(e no fim, ele foi mesmo palhaço comigo, no hospital, anos depois, porque a vida é assim, cheia de piadinhas).

A verdade é que, graças a Deus, não dei ouvidos a esse conselho. E dias depois, encontrei uma agência que acreditou no potencial dessa pretensa artistinha, um diretor de criação que sabe canalizar arte até em e-mail marketing, na medida certa – e lá amarrei meu bode.

4 anos depois, o bode já estava todo reclamão e me chamou de canto: – escuta, sai daí um pouco. Vai passear, ver como está o mundo lá fora. O pior que pode acontecer é você se arrepender. E desamarrei o bode e passei os últimos 6 meses entendendo o universo da propaganda em outra agência. Bem reconhecida, bem antiga, bem tradiça. E me arrependi.

Só não me arrependi completamente porque esses quase 6 meses serviram de alguma coisa. Com eles, entendi, em resumo, o que está faltando na propaganda, hoje. São os artistinhas.

Entendi que a divisão entre propaganda offline e propaganda digital existe sim, e vi como o resultado disso é pior que número ruim de circo mambembe. Mas disso eu até já sabia. O maior aprendizado desse tempo foi mesmo ver que não, a culpa desse circo não é só dos velhinhos que não sabem mexer no computador. É muito fácil jogar a culpa neles, enquanto enfiamos nossos empinados narizes de geração Y em nossos copinhos de Yakult. Nananinanão. A culpa é muito nossa, muito minha, muito dessa geração que está chegando. Geração que anda vendendo propaganda com manual de instrução.

E enquanto o “redator offline”, por mais empoeirado que esteja, ainda lê seu título pro cliente com um brilhinho no olhar, um resquício de arte, mesmo que já com um pouco de esforço para fazer o mundo do trocadilho subsistir, a equipe modernosa de digital (ah, sim, dígital, com acento no primeiro i, pra ficar ainda mais sofisticado) começa a falar de parallax, paracax, QR code, shenanigans, bluetooth, com ponta da língua entre os dentes e tudo. E tira dos bolsos referências e mais referências, e fala de códigos e siglas e engajamentos. E tira de seu trabalho a magia. Paixão pelo que está apresentando? Cadê? Não sei. Talvez ela esteja escondida em algum rodapé entre o slide 45 e o 59.

Estou achando é que perigamos virar uma geração de antenados, no pior sentido da palavra. Porque se deixar, recebemos conteúdo e mais conteúdo, sem tempo de deixar que ele se misture em nossa cabeça e vire coisa nova. Estamos é virando um bando de esponja com antenas, devolvendo para o mundo job requentado, tecnologia sem sentido, coisa que é legal até a página 1. Vou te contar, hoje, a (má) propaganda anda sendo um tal de botar chantilly em falta de ideia.

Que dá saudades dos tempos do pão com manteiga. Aquele em que, em vez de se pensar primeiro na plataforma, ou na última tendência do FWA, não se pensava. Intuía-se.

E aí sim, depois que a ideia nasce, depois que ela sai da sala de reunião brilhando, com gente sorrindo e com aquele jeitão de que quer mudar o mundo, aí sim ela vai em busca da melhor tecnologia para existir bem. Porque aí sim até wireframe pode ser lido com paixão.

Ufa.

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Sonhos não vão pra frente a não ser que você vá

 

 

 

Essa acima é a tradução maomenos dessa frase que é meu novo fundo de tela no trabalho. Tanta coisa aconteceu acontecendo e coração pulando, e tá tudo bem. Até mais!

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Nota mental e a habilidade de saber de quem ouvir críticas

Dia desses tive uma conversa inusitada com alguém que admiro muito profissionalmente. E foi sensacional. Inspiradora, animadora, coisa bonita, mesmo. E lembrei de um aprendizado que tive lá atraszão, lá no meu primeiro emprego oficial, em que um dentista bastante incompetente criativamente me cobrava de minuto a minuto que eu fosse mais criativa.

É óbvio que eu me achava muito incompetente.

É ótimo que, tempos depois, pessoas que eu considero geniais me descobriram, me contrataram e gostaram de mim.

Ainda sou assim otimista acreditando que o mundo é feito de pessoas talentosas – o caso é só que alguns talentos não combinam com você. E você nunca – EU DISSE NUNCA – anote o que estou falando – NUNCA – deve deixar alguém cujo talento você não admira colocar seu talento para baixo.

Tá bom? Agora pode seguir com seu dia, porque esse post foi uma nota mental pra mim mesma.

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De vez em quando eu devia reler isso

Faz uns 5 anos que me formei.

Ponto, parágrafo na outra linha.

E ao assistir a esse discurso do Michael Lewis em Princeton, lembrei do meu discurso de oradora da turma, quando foi a minha formatura. Foi tão gostoso, tão… tão aplaudido, que até o Tas, que tinha sido nosso patrono, retuitou e elogiou às pampas. Tão gostoso isso. O tempo passou e resolvi reler o menino pra ver se ainda faz sentido.

A gente tem noção da responsabilidade que é ser oradora da turma de Publicidade e Propaganda. Quando eu disse que ia ser oradora, minha mãe falou o de sempre: AI, FILHA, QUE LEGAL, VOCÊ É TÃO CRIATIVA. FAÇA UM DISCURSO MUITO CRIATIVO.
A esperança dela era que a gente criasse um discurso que fizesse tanto sucesso quanto o Use o Filtro Solar. Que um dia, quem sabe, virasse um vídeo no YouTube lido pelo Pedro Bial.
Aí, como boas publicitárias, a gente tentou ser artista: pensou em se inspirar no Arnaldo Antunes e fazer umas rimas abstratas.
A gente tentou ser moderna: pensou em escrever um discurso em 140 caracteres que coubesse no Twitter.
Só então a gente resolveu começar do começo. Então, nos fizemos a seguinte pergunta: o que é fazer Comunicação Social na Faculdade Cásper Líbero?
Enfrentar a fila do Monet, no terceiro andar, disputando atenção com as belas e escovadas meninas de Relações Públicas – um curso que a gente até hoje não entendeu.
Discutir política com o pessoal de Jornalismo, tentando não confundir os caras, todos iguaizinhos o Marcelo Camelo.
Passar pelo pessoal colorido de Rádio e TV. Todos eles sonhando ser grandes diretores, mas aceitando quem sabe começar a carreira como redatores na Gazeta.
E o pessoal de Turismo.
E por fim… ah, nós, os publicitários. Nós, os artistas que não deram certo. Os administradores que eram legais demais pra fazer administração e medrosos demais pra ser cineastas. Os criativinhos se achando alternativos porque usavam Allstar. As atendimentos, bonitas, eloquentes e presentes em todas as baladas. Os mídias, que descobriram o que era ser mídia lá pelo terceiro ano da faculdade. Os planejamentos, criativos frustrados que trocaram o Photoshop pelo PowerPoint. Os que estão em empresas, os temidos clientes, lidando com toda essa fauna. E os veículos, que passam a vida bajulando ora um, ora outro.
E todos, de um modo geral, que aguentaram os quatro anos de faculdade sendo apresentados como “o sobrinho que faz JORNALISMO na Cásper Líbero”. Todos, de um modo geral, que sempre vão ouvir das pessoas “MUITO LINDO SEU ANÚNCIO”, mesmo que não tenham sido os responsáveis pela sua beleza.
É incrível: você pode dizer: “mas eu só fiz o texto. Mas eu só fiz o planejamento de mídia. Mas eu só servi o café”. Não adianta. Aquele logotipo amarelo e roxo e o garoto propaganda vão chamar sempre mais atenção.
Quem se forma em 2009 encontra um cenário peculiar. O que na verdade é um eufemismo pra “um puta cenário desanimador”: a crise (a gente precisava falar nela, é hype), suas mil demissões e o mercado instável. Isso fez a gente se formar sem ficar muito sossegado. E isso é muito bom.
Ano passado, dois profissionais de grandes agências tiveram uma famosa discussão sobre o que os publicitários devem fazer na crise. Um deles, o Nizan, dizia que com a crise se deve apostar no óbvio. O modelo antigo: propaganda na Globo, com a Ivete Sangalo cantando um jingle! O outro, o Fábio Fernandes, falava: tem que apostar no novo. Agora é a hora de se jogar, ousar, ser mais criativo e testar um novo modelo de propaganda.
E a gente? Escolhe a Ivete ou o assustador desconhecido? Agora já era. A gente tá aqui, já passaram os Jucas, no máximo temos umas DPs pra fazer. Chegou a hora de decidir. O certo? Não se sabe. Mas a nossa obrigação, a gente desconfia: quem acaba de cair no mercado tem que aproveitar o embalo – se jogar no novo, no mais simples, no mais criativo. No que faça as pessoas usarem a cabeça. Que não confunda público alvo com painel de tiro ao alvo. É mais do que nossa obrigação. O mundo tem que mudar, e a gente tem que ajudar nisso.
Ou é isso, ou a fama de publicitário vai continuar aquela coisa linda: gente que só sabe enganar pessoas e comer criancinhas bebendo uma Original no happy hour. Ou pior, gente que só sabe fazer aqueles anúncios das Casas Bahia.
Aí vêm as pessoas sagazes e perguntam: se todas as pessoas do mundo desaparecessem e sobrassem só alguns profissionais, qual seria a utilidade de um publicitário? Publicitário não salva vidas, como um médico, não constrói pontes, como um engenheiro. Só faz umas piadinhas medíocres e ganha Cannes.
Mas um publicitário teria uma boa ideia. Essa é nossa utilidade. Propaganda é mais que um anúncio foda. É ter ideias, e fazer com que elas aconteçam. É pensar em alguma ideia genial que usaria um estetoscópio de um médico pra construir uma ponte engenhosa. É usar tudo como fonte de inspiração, pra melhorar a vida das pessoas. Se não é, devia ser.
Pra terminar, agora menos corporativas, vamos falar mais da vida. Aqui vai um trecho de um post de um amigo nosso que também está se formando agora. Ele escreveu: estamos em crise na crise. Fora a crise global, é a nossa crise interna dos 20 e poucos anos que nos atormenta, e nos faz pensar o que estamos fazendo das nossas vidas.
Que história queremos contar depois? Ser feliz profissionalmente, bem sucedido, ganhar bem, morar numa cidade bacana. Isso é tudo? O fundo da questão é maior que esse: é ser uma pessoa interessante, e tornar o mundo mais interessante.
Se fosse uma estratégia de marketing, seria esse um Objetivo Geral. Tornar sua vida, e a dos outros, mais interessante, é o que importa. Ter impressões, não de banner, mas do mundo. Compartilhar arquivos online, mas lembrar que o mais legal ainda se compartilha offline.

Hoje, cinco anos de vida e de alguma experiência depois, posso dizer: as piadas e citações da faculdade não fazem mais o menor sentido (e como isso é estranho/triste/normal, né…?) e o amor pela publicidade não acabou porque ele nunca existiu. Porque sempre fui apaixonada por ideias, e não por títulos – e hoje cada vez mais acredito que publicidade vai se entrelaçar com design (não é à toa que estou fazendo pós em design), porque quem manda são as ideias. Ou deveria ser. Não fosse o excesso de crença na tecnologia pela tecnologia, o excesso de veículo gordo, excesso de happy hours, o excesso de departamentos querendo trabalhar um contra o outro e a falta de gente legal que consegue criar uma boa ideia sem consultar o FWA ou pedir permissão.

...

Energia potencial acumulada

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