Inventar seu próprio sentido da vida não é fácil. Mas ainda é permitido!

Mais um post da série Francine-está-postando-por-postar-já-que-nem-traduz-o-texto-da-imagem. É isso mesmo.

Mas amo vocês!

Nota: essa ilustração não é do Bill Watterson, autor da minha tirinha favorita de todos os tempos (Calvin e Haroldo), mas o texto é. Quem fez a arte foi o moço do Zen Pencils, um cara que pega citações de pessoas famosas e transforma em quadrinhos. Super recomendado!

Bill Watterson Calvin and Hobbes

Arqueologia virtual

Eu tenho planos, planos, planos. A maioria sendo posta em prática silenciosamente (RÁ!), e outra parte esperando as oportunidades e me exigindo muitos estudos. Pois tem um deles que pulou aqui na minha cabeça como um pop up e não quer sair: eu quero me aperfeiçoar em arqueologia virtual. Fiz umas pesquisas on-line e o máximo que encontro ligado a isso é uma linha da arqueologia tradicional que usa o computador para mapear descobertas físicas – mas a arqueologia virtual que eu proponho não é essa. Ela é mais relacionada a escavações no próprio mundo digital, descobrindo histórias e encontrando chaves importantes em sites, páginas antigas, blogs, redes. Onde vocês acham que os escavadores de 3000 (se é que ainda estaremos por aqui) vão pesquisar os tesouros da nossa geração? Certamente não vai ser no chão. Vai ser na nuvem.

Pois é. Se eu decidir fazer mestrado, já sei pra onde vou.  Esse caminho tem tudo a ver com a tal da curadoria, meu assunto favorito dos últimos tempos.

É algo a ser super explorado, e de quando em quando posso trazer algo aqui no Palitos. Por hora é isso, só queria compartilhar essa ponta do iceberg. Se alguém tiver links sobre o assunto, aceito de bom grado!

Lembrei desse tema ao cair em um link (o próprio link é antigo!) que reúne gifs dos primórdios da internet numa espécie de museu digital tosquinho.
      

          

 

Clique e divirta-se vendo todos no museu

Rebecando na agência

agência ruim né

Engraçado que semana passada umas 3 pessoas que não se conhecem vieram me falar do Rebecando, a tirinha que eu tinha e que abandonei sem dó. O caso é que elas ficaram datadas e resolvi desencanar. Mas essas pessoas me lembraram que ainda existe uma Rebeca em mim, independente de eu já ter me formado ou não. E ela fica sempre aqui, observando o dia a dia e se inconformando. Esses cartoons meio legais me animaram a ressuscitar a ruivinha de tranças infinitas. Quem sabe eu não faça um Rebecando – na agência.

Quem sabe.