Continuando a me exercitar

Mais um exercício do cursinho que estou fazendo, esse aqui, em busca da resposta à pergunta fundamental WHO AM I? (e não, 24601 não vale nesse caso).

What do people buy when they buy something from you?

Compram

1. o olhar de alguém de fora para compreender e organizar melhor suas ideias.

2. um posicionamento claro, coerente e corajoso em relação ao mundo.

Sendo menos abstrata, compram novos clientes mais legais (no caso de marcas) e, em todos os casos, compram mais tempo para si mesmos e mais prazer – já que se tentassem sozinhos fazer o que faço por eles até poderiam conseguir, mas gastariam dias e dias tentando fazer alguma coisa legal e muitas vezes se frustrando com resultados ruins.

 

Leave out the easy, repetitive, generic stuff… What you are doing that’s difficult?

  1. Tendo a sensibilidade de fazer uma análise imparcial acertada de cada negócio/marca/casal/situação.
  2. Criando textos e ideias que não se encontram com um simples search no Google.
  3. Combinando 1+2 de uma maneira personalizada, fugindo de modelos prontos da moda ou do último post de sucesso do blog tal.
  4. Fazendo a curadoria de contatos e parceiros valiosos (conquistados com suor e lágrimas [às vezes, literalmente]).
  5. Estando sempre disposta a defender o que acredito (para mim e meus clientes) e sendo consistente com isso em cada job.

 

Não sei porque estou dividindo aqui no blog, mas quem sabe você também se anima a decantar sua vida profissional lendo essas perguntas. Se você gostou dessas perguntas, vale respondê-las também. Estou achando divertido e quiçá útil! 🙂

Hoje, foram castigadas Euxes e Cabina porque seus mistérios foram desvendados.

Pois é, eu cheguei a escrever em máquina de escrever por um tempo! Ela já era elétrica (nem tão estilosa assim), mas o barulho me encantava! Aí chegou o computador e a última coisa que mais me aproximou do mágico tlec tlec tlec foi o ICQ (lembra?). Uma das minhas metas, como futura escritora famosa, é ter uma coleção de máquinas de escrever, daquelas bem bonitas, coloridas e barulhentas em casa.

Esse site reúne um monte de curiosidades sobre máquinas de escrever e vende alguns lindos modelos antigos. Olha que amor. Agora uma coisa que me mata de vontade de ter uma graninha extra são esses modelos de máquinas de escrever acopláveis em iPads ou notebooks. Morra comigo:

E pra completar, editei um trechinho do material que filmei para o documentário dos meus avós, em que minha avó usa meu macbook pra contar como eram as aulas de datilografia dela. LINDA! (:

Arqueologia virtual

Eu tenho planos, planos, planos. A maioria sendo posta em prática silenciosamente (RÁ!), e outra parte esperando as oportunidades e me exigindo muitos estudos. Pois tem um deles que pulou aqui na minha cabeça como um pop up e não quer sair: eu quero me aperfeiçoar em arqueologia virtual. Fiz umas pesquisas on-line e o máximo que encontro ligado a isso é uma linha da arqueologia tradicional que usa o computador para mapear descobertas físicas – mas a arqueologia virtual que eu proponho não é essa. Ela é mais relacionada a escavações no próprio mundo digital, descobrindo histórias e encontrando chaves importantes em sites, páginas antigas, blogs, redes. Onde vocês acham que os escavadores de 3000 (se é que ainda estaremos por aqui) vão pesquisar os tesouros da nossa geração? Certamente não vai ser no chão. Vai ser na nuvem.

Pois é. Se eu decidir fazer mestrado, já sei pra onde vou.  Esse caminho tem tudo a ver com a tal da curadoria, meu assunto favorito dos últimos tempos.

É algo a ser super explorado, e de quando em quando posso trazer algo aqui no Palitos. Por hora é isso, só queria compartilhar essa ponta do iceberg. Se alguém tiver links sobre o assunto, aceito de bom grado!

Lembrei desse tema ao cair em um link (o próprio link é antigo!) que reúne gifs dos primórdios da internet numa espécie de museu digital tosquinho.
      

          

 

Clique e divirta-se vendo todos no museu

você tem um novo e-mail na sua caixa de entrada – e um novo livro também

Estava meio com medo de compartilhar isso, ainda estou. Medo de cobranças, de cópias, mas que seja. (: Se esse blog foi feito pra compartilhar processos criativos, nada melhor que compartilhar um processo criativo desde o comecinho, né?

É que vou começar um novo livro. 

Opa, calma, o Willifill continua, firme e forte, mas uma ideia daquelas que vidram os olhos me assaltou dia desses no meio do horário de trabalho e as coisas estão pedindo pra que ele comece logo. E ele vai ser escrito à 4 mãos, com uma amiga fantástica que escreve muito muito bem.

Vou abrir aqui um pouquinho das conversas que levaram a essa decisão. Cortei várias coisas pra nos preservar, mas acho que é uma curiosidade divertida acompanhar isso aqui. É gostoso fuçar na correspondência dos outros, que eu sei!

E não repare as empolgações. Somos empolgadas como uma caneca de café fosforescente.

Fraaaan!
Acabei de ter uma ideia para aquele conto de ficção científica que você imaginou! 😀 Não sei se você gosta, então fica como sugestão perdida no ar.
Na verdade, foi só um flash de ideia. xxx
Podia funcionar como um xxx… não sei se seria um lugar específico, mas vamos supor que sim. As pessoas xxx
E aí pensei nesse carinha. Ele xxx E aí começa o jogo: o cara xxx
O que você acha? Me connnta!
Beijon!

xxx, eu adoreeeeeei! 😀
Gostei que vc criou um conflito/motivação realmente pras coisas. Eu estou levando a sério esse conto (talvez até demais), e estou lendo bastante sobre o assunto. Mas esse caminho me animou, porque é mais simples, sem aprofundar demais na história de porque/quando/onde/como as coisas estão xxx e as implicações sociais terríveis disso, que estavam assomando à minha mente. E minhas histórias favoritas são as que menos explicam as coisas!

Gostei! Vou ver se rascunho um começo pra gente começar a brincar. 😀

Ah! E fui na exposição do Clareada sábado. Super demais, que ideias encantadoras. É muito parecido com o que imagino pro meu livro. 🙂 Foi super inspirador.

ps: dei uma acalmada na minha crise de hoje de tarde (tava bem grave). Resolvi dar uma de Calvin e sair quase que literalmente correndo da agência às 18h em ponto (fazia um sol tão lindo!!!). aí coloquei minha melhor roupa, encontrei velhinhas casamenteiras na igreja (hahaha elas ficam querendo me apresentar os filhos delas :D) e estou aqui na Ofner perto de casa, escrevendo meu livro. Vou tentar adotar isso, de começar a escrever aqui. É tão divertido! 🙂 Tirando os headphones e o macbook, é tão Paris nos anos 20!

Eieiei! 😀

Ai, que bom! Tô empolgada aqui também, Fran! Aliás, empolgada é a minha atual definição pras coisas: comecei ontem a participar do NaNoWriMo, um projeto de escrever um romance de 50 mil palavras (!) em um mês (!!!!). Pois é! haha Não sei porque me meti nessa e sei que não vai sair algo de muita qualidade daí, mas fazia tanto tempo que eu não desenferrujava as “literarices” que pode ser um exercício útil, pelo menos agora. Sei que você não está nada destreinada e o projeto já tá no segundo dia, mas se você sentir vontade de participar, corre lá! http://nanowrimo.org

Acho que se bobear até podemos entrar nas implicações sociais terríveis e maléficas da xxx – aliás, acho super fundamental! 🙂 –, mas confesso que sou fã de explicar grandes terrores em coisinhas pequenininhas que dão aquele “estalo”. 😉

Mas maaanda bala quando puder, memo! o/

Ain, como foi o Clareada? Deve ter sido tão lindo! Dava para conversar com as meninas? A Marcellinha é uma fofura ambulante! Vou caçar fotos! =)
E Fraaaan, AMEI sua solução Calvin pro dia cinzento! Melhor solução de todas! É isso mesmo, menina. Ofner é amor e sentir novos ares também. Também comecei a fazer um pouquinho disso por aqui! 😀 Fiquei tão maluca no blog da Katie que comecei a fazer umas intervenções nas paredes branconas e chatas de casa. Agora tenho um monte de desenhos coloridos e uma máquina de bolhas no banheiro! hahaha vai ser uma sensação quando eu voltar pra casa! haha
Rotina é que nem piñata, no fim das contas: a única coisa que você pode quebrar e ganhar presentes por isso 😀
(Ok, hora de praticar metáforas novas também)
xxx
Bêêjo!

(5 MESES DEPOIS)

duas palavras:

ARQUEÓLOGOS VIRTUAIS!

mande mais palavras! 😀

Mais fácil, vou copiar um diálogo que tive com xxx

É xxx E UMA IDEIA PRA UM CONTO. OU PRA ESSE CONTO

Francine:
MEU EU TIVE UMA IDEIA MEIO LIFECHANGING AGORA
isso vai direcionar meus esforços de agora em diante
– vc já pensou que daqui uns 20 anos ou menos ou mais
teremos arqueólogos e paleontólogos virtuais?
especializados em encontrar coisas na internet
xxx: !
é mesmo
mas só 20 anos?
pode ser…as mudanças estão tão rápidas..
mas não entendi como isso vai direcionar seus esforços|!
Francine: é o seguinte
eu estou vendo uma tendência pra esse negócio da curadoria na internet crescer muito
pessoas cujo trabalho é mapear os melhores links e compartilhar, essas coisas
ler informação, triar e espalhar para as pessoas certas
xxx: nem sabia que existia essa função!

Francine: não é jornalismo, é curadoria

MAS NÃO EXISTE
xxx: parece com vc
aah O_o
Francine: por enquanto não é muito claro

xxx: Mas já existe o termo “curadoria” para isso?

Francine: sim
eles até já inventaram manuais de prática
xxx
e o próximo passo disso é a arqueologia virtual
tem que existir gente que sabe encontrar a coisa usando os termos certos, tendo os links certos
e a curiosidade certa

Fraaaaaaaan! :O

que coisa mais SENSACIONAL! eu também não sabia que isso existia! na verdade, sempre via esse pessoal falando de curadoria (tipo o Brainpickings), mas achava que era mais um ~nome bonito~ pra “achei essa coisa gênia na internets e quero compartilhar com vocês” hehe
mas com você falando faz muito mais sentido! é viável mesmo! e é de doido!
E É UM CONTO SEM DÚVIDA ALGUMA hahaha
aliás, isso rende um universo, se a gente quiser jogar de verdade na literatura! imagina as xxx? imagina???!!!
😀 😀 😀 😀 😀

JÁ TÁ IMAGINADO!
tou vendo que nosso conto vai virar um livro.

O que acha??????????

acho sensacional pra caramba :))))))))))))))))))))))))))))))

E SE
e eu sei que isso é estranho e não muito chique, mas

e se fosse um livro escrito xxx, nesse universo
xxx

cara.

Isso pode ser muito legal.

Um livro com xxx
E aí eu sei que é arriscado, mas é uma maneira de escrever: a história se escreve sem grandes planejamentos de estrutura.

Porque assim, o Willifill tem uma mega estrutura e é bom escrever assim, mas queria treinar escrever dessa forma mais desordenada, pra ver como é.
E acho que é uma maneira de terminarmos mais rápido, o que vai fazer bem pros nossos eguinhos!!!!!!

Fran

COMASSIM NUM É CHIQUE É LINDO MAGINE MENINE
eu adoro! é demais!!!!!!!! 😀
mas aí xxx
eu acho legalzíssimo! e é arriscadinho, sim, um bucadim, mas é sempre um experimento, né não? =)
sensacional 😀

Eu acho mais legal a gente pelo menos começar cada xxx
Tipo, a história vai seguindo adiante, mas sempre xxx
Tipo

capítulo 1
xxx

capítulo 2
xxx

É meio que a experiência de escrever e ler um livro ao mesmo tempo né????? Meu, acho que somos a melhor dupla pra fazer isso!!!! xxx

Ai, concordo. É mais legal mesmo. 😀
e SIMMMMMM TOU EMPOLGADA! vai ser lindo isso!!!! <3

E e e e você tem alguma preferência do xxx que quer escrever? 🙂 Eu tou de boas, acho que os dois vão ser legais!

Posso ser xxx?
Tou meio esgotada de falar xxx, já que imagino meu narrador xxx no Willifill! 😀

Pode, pode! Até porque a historinha (que ainda só rola na minha cabeça :|) é sobre uma moça, então ia ser legal xxx
Hmm, não sei quem pode começar… porque quem começa é quem apresenta esse mundo pro leitor, né? A gente vai manter a ideia dos xxx? 🙂 porque aí pode ser legal ele começar contando, já que ele é (eu acho) um cidadão mais típico e tchururu. O que você aaacha? 😀

Não sei ainda como desenvolver essa história do xxx e isso que é mais legal!!! Pode ser esse enredo sim!

Manda bala, xxx!!! Vc começa 😀

   

Musicoterapia semanal de mim pra vocês

Oriunda da família DO RE MI, pai maestro e uma orquestra de primos e avós, tinha que sobrar um pouco pra mim. Daí que amo música. Acho que passo umas 12 horas por dia ouvindo música e procurando bandas novas – e, mais importante, selecionando com muito critério o que elas querem cantar pra mim. Uma mistura de curadoria com música. Quer coisa mais gostosa?

E desde a invenção do gravador de CDs no computador, não perdi uma mania. Que é a de fazer playlists pras pessoas queridas. Seja aniversário, casamento, despedida, felicidade ou tristeza, adoro o desafio de sacar da manga do meu iTunes os sons que acho que vão fazer melhor pra determinada pessoa em determinado momento. Eu não entendo nada de musicoterapia, mas essa é minha musicoterapia.

Com o tempo, percebi que essa mania era super bem recebida pelas pessoas. Muita gente me liga do nada no meio do dia ou manda e-mail pra agradecer que o CD que gravei animou sua tarde, ou que achou que tal e tal música foi escrita pra ela, ou até que falou da playlist na sessão de terapia (juro!). Ver que uma simples seleção das músicas certas deixa os outros felizes me deixa feliz. E isso me inspirou a começar mais um projeto (sim, mais um, porque né): todo domingo à noite vou aproveitar aquelas horas à toa e montar uma playlist temática pra iluminar nossas semanas. Meio autobiográfica, meio autoajuda e completamente inspiradora.

O projeto ainda nem tem nome direito, mas a primeira playlist já está aí, sem muita firula e alguma escala de cinza, porque não tem sido fácil pra ninguém. E não me peçam explicações, porque né.

Espero que gostem. : )

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