Muitas agendas!

Eu amo agendas, diários e calendários. É aquela sensação gostosa de ver tudo começando em branco em mais um ano e terminá-lo com tudo rabiscado e, em parte, cumprido! O legal é que eu gosto tanto que vou comprando e sempre tenho um estoque de agendas e diários para os anos seguintes. Ontem passei na festinha que a Silvia Strass fez para lançar o projeto dela que foi financiado no Partio! Adivinha: mais uma agenda, mas com uma proposta super bonita e divertida.

Fiquei muito feliz de ver coisas dando certo e muita gente disposta a fazer sonhos acontecerem.

Estou aqui, com mil agendas, uns diários e alguns calendários pra escolher como começar meu 2016. E quero começar muito agradecida e otimista! Por pior que as coisas lá fora nas páginas do jornal queiram brincar de ser. Elas sempre querem ser piores, mas elas não estão com nada!

Beijos e tenham um ótimo final de ano. Devo voltar aqui até dia 31!

fun_impossible

Dois minutos de dicas do Petit

Não sei se já falei pra vocês, mas tive a sorte de trabalhar alguns meses a umas 3 mesas desse gênio. Figurinha polêmica ele era, do tipo “ame ou odeie”. E dei a sorte de cair no lado dos que amavam. Tivemos algumas poucas, mas boas, conversas – numa delas, ele inclusive me parabenizou pelos motivos que me levaram a pedir demissão da DPZ na época. E aquilo foi sensacional. Um dia, se precisar, eu conto. Conto também as razões que ele me deu para só usar meias vermelhas (e cuecas também!).

Pra marcar 1 ano de sua ida, deixo aqui um vídeo curto em que ele diz pouca coisa, mas boa. 🙂

 

Por mais estradas de tijolinhos amarelos

Dia desses, estava pensando como é difícil crescer sendo um menino. Porque, ok, sei que o mercado ainda está longe dos meus padrões feministas etc, mas andei aqui pensando que se uma menina decidir pedir uma Tartaruga Ninja de presente , isso gera uma situação menos polêmica que um menino pedindo uma Barbie.

Então, sim, acho mesmo que no quesito se expressar nas roupas e nas emoções, gente, como é mais fácil ser mulher. Colin Stoke me lembrou isso com esse ponto muito interessante. Nessa palestra no TED, ele diz que mulheres são pouco representadas e isso tem que mudar. Mas, mais que isso, mostra que as mensagens que os meninos estão recebendo nos filmes não ajudam em nada. Ele até bota abaixo todo o obaoba de  Star Wars e a jornada do herói. Vale dar uma olhada. 🙂

E o final não podia ser melhor, para combinar com amanhã, o dia em que assinarei os papéis da minha melhor aventura. Não sozinha, não melhor nem pior. Mas na melhor equipe que eu podia ter escolhido pra me acompanhar.

I want fewer quests where my son is told, “Go out and fight it alone,” and more quests where he sees that it’s his job to join a team, maybe a team led by women, to help other people become better and be better people, like the Wizard of Oz. Thank you.

Corte o blablabla. Foque na criatividade.

título do livro.

Taí um assunto difícil.

Se tem uma coisa que me incomoda é livro cujo título é falado por um dos personagens no meio da história. Acho bobo.

Mas daí eu sou boba também.

Sei lá. Melhor terminar o livro e depois deixar o nome vir sozinho, tipo palhaço. : )

Por enquanto é Willifill. Ou Cuidado com o chão entre o trem e o vão (em inglês, GAP THE MIND, PLEASE).

Ou batata.

In Praise of the Potato_lrg

Um bom artista tem que ser perturbado?

Imagem

O negócio é assim, direto, pof, soco no nariz.

Estou aqui no trabalho fazendo hora esperando minha amiga escritora e feliz e passei por esse vídeo da Elizabeth Gilbert no TED. Ela começa fazendo uma pergunta semelhante: “todo mundo está confortável com essa noção de que grandes gênios devem ser perturbados e problemáticos, tomadores de gim pela manhã?”.

Depois disso, tudo o que ela diz sobre criatividade é muito bacana. Ela basicamente resgata a história da criação oriental, que antigamente acreditava que a inspiração, a genialidade criativa vinha de fora, vinha de um ente mágico, de um… gênio (daqueles da lâmpada, mesmo). Quando nós ocidentais começamos a querer racionalizar o universo, a inspiração se tornou uma coisa que vem de dentro do próprio artista, mas continuamos a tratar o próprio artista como o ente mágico, o gênio da lâmpada. E isso é um peso absurdo.

Alguns trechos em inglês, porque estou com preguiça de traduzir:

“…But, when it comes to writing…Is it logical that anybody should be expected to be afraid of the work that they feel they were put on this Earth to do. You know, and what is it specifically about creative ventures that seems to make us really nervous about each other’s mental health in a way that other careers kind of don’t do, you know?

We writers…[and] creative people across all genres, it seems, have this reputation for being enormously mentally unstable. And all you have to do is look at the very grim death count in the 20th century alone, of really magnificent creative minds who died young and often at their own hands…But we don’t even blink when we hear somebody say this because we’ve heard that kind of stuff for so long and somehow we’ve completely internalized and accepted collectively this notion that creativity and suffering are somehow inherently linked and that artistry, in the end, will always ultimately lead to anguish.”

Antes que vocês perguntem, minha resposta é não. : )

Vale a assistida:

Proudly powered by WordPress
Theme: Esquire by Matthew Buchanan.