Duas coisinhas de sexta

Todo dia, duas vezes por dia (porque pra ser criativo tem que ser metódico), eu paro uns minutos para ler 2 blogs ou sites que estão na minha lista de cerca de 100 blogs ou sites para se ler. Hoje foi dia do Swissmiss, um blog super simples e incrível, do jeito que gosto.

Hoje, tirei dele duas coisas legais. Essa frase do Milton Glaser, em que ele nos lembra que arte não é um evento separado do dia a dia:

“Stop thinking of art as an activity totally separate from the human activity; but rather as a part of being human and part of life that is intrinsic, not as a separate event.”

E essa frase sobre vingança aqui embaixo. Sei que é feio falar de vingança, mas eu tenho e todo mundo tem, admita, eu sei, somos humanos, algumas pessoas que já fizeram de nossas vidas uma coisa realmente ruim. A vontade é de um dia encontrá-las na rua, tirar uns ninjas do bolso, mandá-los picotarem-nas em pedacinhos de diferentes formatos engraçadinhos e em seguida usá-los para alimentar os pombos. Mas como a gente sabe que esse tipo de coisa não é muito bonita, nem um pouco cristã e bastante, digamos, inadequada para uma vida plena e feliz em sociedade, prefiro concordar com esse dizer: A MELHOR VINGANÇA É SER FELIZ.

vinganca

 

Minha ode ao Milo

Estou vendo esse blog virar mais um diário culinário do que um teste de receitas. Não é minha intenção, no entanto. Em junho eu me caso e logo logo terei até utensílios para cozinhar, veja você! Além de público para provar minhas aventuras gastronômicas (e para ajudar também <3).

A verdade é que acho que finalmente estou voltando à rotina (para daqui três meses recomeçar tudo de novo). O TCC da pós já está 98 por cento pronto, o casamento também! E estou morando provisoriamente com uma amiga, antes de pular para minha casa final, com meu noivo e tudo o mais. No momento, o que está me impedindo de atualizar este blog é que estou numa mini bagunça de 3 computadores e um iPad. Baixo as fotos em um deles e lembro de publicar em outro, e quando vejo não tenho as fotos para publicar e já se passou mais 1 mês. :O

Então eu dedico esse post ao Milo.

MILO

Não, Milo não é meu noivo, nem meu cachorro, nem o cachorro do Tintin, nem o Milo Ventimiglia. Milo é uma espécie de Nescau que vende na Colômbia e pelo qual estou apaixonada. É que a amiga com quem estou dividindo o apê é colombiana e me apresenta essas coisas incríveis.

Não sei definir o Milo, a não ser como um Ovomaltine menos doce. Então imagine você: um Ovomaltine que não estraga as receitas com aquele gosto ovomaltínico forte. Um Ovomaltine do céu.

O problema é que não vende Milo no Brasil, então estamos racionando o Milo em casa. O que não me impediu de já provar um brigadeiro feito com Milo (juro que foi o melhor brigadeiro que já comi na vida – e olha que é uma vida com muitos brigadeiros) e encontrar uma receita de bolo de Milo recheado com sorvete.

Que eu fiz e vou dividir aqui com vocês, assim que sincronizar meus computadores.

E vamos que vamos!

Inventar seu próprio sentido da vida não é fácil. Mas ainda é permitido!

Mais um post da série Francine-está-postando-por-postar-já-que-nem-traduz-o-texto-da-imagem. É isso mesmo.

Mas amo vocês!

Nota: essa ilustração não é do Bill Watterson, autor da minha tirinha favorita de todos os tempos (Calvin e Haroldo), mas o texto é. Quem fez a arte foi o moço do Zen Pencils, um cara que pega citações de pessoas famosas e transforma em quadrinhos. Super recomendado!

Bill Watterson Calvin and Hobbes

Um cartão de visita diferente

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