Sobre amores, labores e o Netflix dos livros

Aí descobri o Oyster Books. É simples: você paga um pouquinho por mês e tem acesso a livros ilimitados todo mês, no seu gadget de leitura favorito. Claro que eu, não tendo um gadget de leitura favorito (ao menos, se livros com páginas de papel ainda não contarem como gadgets), não tenho muito o que fazer com essa notícia. Por isso, decidi dividi-la com vocês. E é isso.

Acontece que estou escrevendo pouco. As coisas estão deliciosamente complicadas (são complicações gostosas, de fato): um trabalho de conclusão de pós graduação que envolve reconexões entre gerações familiares e um casamento que tem muito pra ser legal às pampas. Então fico aqui, na hora do almoço no trabalho, organizando playlists retrôs e lembrando que tenho um blog.

Meu livro? Segundo minhas organizações, a última vez que peguei nele foi dia 23 de novembro. E peguei pra detalhar passo a passo como a história deverá fluir do ponto atual até o final (do primeiro livro, é claro) o que não é ruim de maneira alguma! Com a vida, aprendi que enquanto não fizer mais de 1 mês que mexi no meu livro, as coisas ainda estão bem.

E vocês?

E nesse ritmo de casório, fiquem aqui com uma ideia de som gostoso para vossos amores e labores:

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