dois mil e catorzão :)

A pessoa acaba de responder um possível fornecedor de maneira completamente grosseira, porque não viu que ele estava copiado no e-mail recalcado que ela achou que estava enviando só para o noivo (enquanto esta fazia as unhas).

A pessoa anda lidando com temas como papel craft ou voal, quantos quilos de bolo servem tantos convidados, vê um caminhão de marca de copos plásticos e anota o site e ainda tira umas horas por dia pra fazer o trabalho de conclusão da Pós.

A pessoa deu uma ignorada no livro, mas ele tá vivão, ela promente.

A pessoa digitou promente sem querer e acaba de inventar o melhor neologismo do ano.

A pessoa tá doida, mas tá adorando. Tanto, que pensa que organizar eventos pode até ser uma possibilidade no futuro.

A pessoa tem algumas promessas repetitivas de ano novo que nem precisa repetir, porque vocês já sabem de cor.

E essa pessoa que em 2007 estava falando que era só o começo, em 2008 não sabia dizer nada por dizer, em 2009 queria mais era inspirar, em 2011 acordou e em 2012 agradeceu, agradece de novo. A pessoa eu quer agradecer a Deus por um ano com alguns perrenguinhos, mas em geral, bom demais. E feliz que dói.

Que dois mil e catorze seja esse ano e mais um tanto. Pra mim e pra todos nós. Que 2014 seja um anão!!!!!!!!!!

01 02 Dirty Dan professional midget wrestler in 1980's promo workout.

Da série receitas ruins que não deram certo porque são ruins

 

IMG_2738

Deixa eu falar uma coisa: tem vezes que a culpa não é minha. Tem coisas que você aprende na terapia e que servem também na cozinha. Tem vezes que eu faço tudo bonitinho, seguindo a receita, e a coisa não fica gostosa. Aí não vou fazer a vítima ou a incompetente e dizer que OH MEU DEUS EU NÃO SEI COZINHAR. Não. Tem vezes em que a internet é que não tá no ponto. E aí você cozinha e não fica gostoso. É o caso desse bolo-pão de abobrinha com chocolate, que, depois de assado, ficou com uma textura esquisitíssima.

Sei lá, vai ver é porque a receita era paleo, e eu não me dou bem com essas receitas sem glúten, sem bicho, sem alegria. Não que haja algo de errado com cozinhar isso, é claro. Aqui, sigo a máxima que uso há um bom tempo a respeito da vida amorosa alheia: cada um faz com sua boca o que bem desejar. Vale pra cozinha também.

Não vou passar a receita, porque não passo receita ruim. Mas as fotos ficaram boas e decidi dividir com vocês. Porque apesar dos pesares, essa receita tem um ponto positivo. Descobri: sim, bolo de chocolate com abobrinha fica gostoso! Só preciso achar a receita certa. E acho que já encontreeeeeeei. Aguardem.

IMG_2727

IMG_2729

IMG_2732

 

IMG_2733

IMG_2735

IMG_2736

IMG_2741   IMG_2737

Sobre amores, labores e o Netflix dos livros

Aí descobri o Oyster Books. É simples: você paga um pouquinho por mês e tem acesso a livros ilimitados todo mês, no seu gadget de leitura favorito. Claro que eu, não tendo um gadget de leitura favorito (ao menos, se livros com páginas de papel ainda não contarem como gadgets), não tenho muito o que fazer com essa notícia. Por isso, decidi dividi-la com vocês. E é isso.

Acontece que estou escrevendo pouco. As coisas estão deliciosamente complicadas (são complicações gostosas, de fato): um trabalho de conclusão de pós graduação que envolve reconexões entre gerações familiares e um casamento que tem muito pra ser legal às pampas. Então fico aqui, na hora do almoço no trabalho, organizando playlists retrôs e lembrando que tenho um blog.

Meu livro? Segundo minhas organizações, a última vez que peguei nele foi dia 23 de novembro. E peguei pra detalhar passo a passo como a história deverá fluir do ponto atual até o final (do primeiro livro, é claro) o que não é ruim de maneira alguma! Com a vida, aprendi que enquanto não fizer mais de 1 mês que mexi no meu livro, as coisas ainda estão bem.

E vocês?

E nesse ritmo de casório, fiquem aqui com uma ideia de som gostoso para vossos amores e labores:

[8tracks width=”300″ height=”250″ playops=”” url=”http://8tracks.com/mixes/942640″]

Proudly powered by WordPress
Theme: Esquire by Matthew Buchanan.