coletivo de epifanias é o que?

Gosto dessa palavra, mas às vezes deixo ela banal demais. E se é banal, não é epifania de verdade. Aprendi que epifania não se induz nem se força. Aparece de eras em eras, e quando aparece você muda tanto que ninguém mais te reconhece. E você se reconhece cada vez mais. Eis um trecho do meu livro que fala sobre esses momentos raros na vida que explodem nossas mentes de maneira tão boas : ) – mas sob o ponto de vista da epifania.

Depois, só depois, bem depois que este livro acabar, é que ela vai descobrir, de forma engraçada, que aquela epifania nada mais era que uma daquelas epifanias-filhote que ainda não sabem brincar e que se desprendem do bando, felizinhas e descontroladas, sempre de encontro a alguém desavisado. Coitadas, sem treinamento ou alguém de sensatez que as encaminhe, elas vagam por aí e por aqui e caem por coisa de momento na ideia do tal alguém desavisado. Foi uma dessas que esbarrou na Greta, e ela teria muito futuro se não fosse tão apressada, aquela epifania ansiosa. Greta essa que, àquela altura, estava embasbacada lendo estas palavras tentando entender onde foi que paramos de falar nela e começamos a falar de cardumes de epifanias (ou seriam enxames?).

Ou ainda ramalhetes?

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