propaganda invisível

Ensaio sobre a Cegueira – reação do Saramago depois de ver o filme.

só falo uma coisa: eu quero.
Posso ser o Saramago ou o Fernando Meirelles. Mas de preferência o Saramago.
Posso até estar velhinha. Mas eu quero.

(desculpem o amontoado de vídeos que o Palitos tá virando, mas é bom também).

quem são os homens da caverna?

dinheiro, rotina, gente chata, gente chata, gente chata, gente chata, mau-humor, prazo estourado, cliente, doença do fígado, desamor, idade, contrariedade?

vamos torcer pra que não seja você. ou, pior, eu!

Let Me Sing, Let Me Sing

Esse vídeo foi uma ação de guerrilha de um site de venda de Tickets online, o Lastminute.com. O conceito é simprão: “Há quanto você não vai ao teatro?”

Sempre quis fazer uma ação assim. Nem tanto pra um produto, mas pra vida, tipo intervenção artística mesmo.

Como ação, é a mais clichê e primeira idéia impossível. Na real eu nem sei se funciona (vide as caras de lhama das pessoas em volta). Mas comigo, que sou público-alvo mais que alva de peças musicais, funcionaria supimpamente.

Quanto às caras de lhama, talvez provenham dos genes anglo-saxões das vítimas. Talvez aqui no Brasil a galera entrasse na dança e cantasse também. Talvez não. Talvez a gente já tenha se perdido em meio aos fastfoodscocacolascidadesgrandesliberdadesculturaisdementira e herdado o grande e cinzento gene sisudo.

PS: Descobri que o Palitos é uma versão mais fácil do Rebecando. Mais fácil porque não precisa desenhar, pintar, tratar. É só chegar e escrever. Descobri porque sempre venho pra cá quando tenho algum protesto/lamentação/exaltação relacionada à vida profissional/acadêmica. Heh.

+ do livro – e daí que é domingo e eu “não atualizo de domingo”?

Daí você precisa ter uma memória muito boa.

São muitos personagens, cada um com sua história. Tem que tratar todo mundo com o mesmo respeito. Daí acabei de começar a escrever sobre a Greta, e o Word com a mini-biografia dela (tenho de todos os personagens mais importantes) tá em casa*.

Não lembro se ela é órfã ou não, e creia, isso FAZ diferença. De qualquer forma, continuo a escrever, de teimosa. Mesmo correndo o risco de estar seguindo um auto-briefing errado. O mais engraçado é isso: que o livro é meu, se eu quiser mudar tudo enquanto escrevo, posso. Mas tem todo um planejamento, saca? E posso ferrar toda a história mais pra frente se agora eu esquecer de algum detalhe que eu já tinha pensado.

Reescrever não é opção. Não depois de 7 anos.

[*escrevi esse post no ônibus, há um tempinho. Então agora, como o Word em mãos, vejamos:

Greta

Menina egípcia que não conhece o pai (Bakarah), mas ouve histórias dele pela sua mãe.

Maldição imunda… vou ter que reescrever o trecho inteiro].

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